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O fim da autofraude

Todos sabemos que há diversos tipos de fraudes. Porém, a fraude que mais preocupa é a autofraude, ou seja, quando o próprio cliente solicita estorno (chargeback) de uma compra ou contratação de um serviço com a intenção de enganar a empresa. 

Por exemplo: quando uma pessoa compra um tênis novo pela internet e, ao perceber que não pode pagar por aquele produto (ou com a intenção de recebê-lo de graça), ela solicita o estorno, alegando que nunca realizou aquela compra. 

Esse tipo de fraude é conhecida como fraude de estorno ou de chargeback, e é das mais difíceis de serem identificadas. Acompanhe este texto e entenda as diferenças e como acabar com a autofraude.

Como a autofraude impacta nos resultados da empresa

Existem alguns tipos de autofraude que geram chargeback: 

  1. Fraude criminosa – ocorre quando os criminosos usam números de cartão de crédito e dados de outra pessoa para comprar produtos.
  1. Fraude amigável – ocorre quando um cliente faz uma compra legítima, mas não reconhece a cobrança em seu extrato bancário. Nem todos os casos de fraude amigável são acidentais. Os clientes cometem fraude amigável (autofraude), intencionalmente, quando encontram maneiras de burlar as políticas das empresas ou receber os produtos sem pagar por eles. 
  1. Disputas legítimas – apesar de não ser um tipo de fraude, levam a estornos. Elas ocorrem quando os clientes encontram problemas com a loja, por meio de erros no processamento ou envio de pedidos. 

A prevenção de autofraude se torna complexa porque é difícil descobrir o tipo de fraude que resultou na solicitação de um chargeback. Identificar e segmentar as razões que levam a estornos pode ajudar a mitigar desafios, melhorar as operações e aumentar a receita. 

Com o avanço da transformação digital nos negócios, mais consumidores passaram a realizar compras. A rápida mudança para o comércio eletrônico não apenas aumentou as vendas online, mas também a fraude criminal e amigável, o que resultou em fraude de estorno para as empresas. 

Segundo o estudo Chargebacks e Disputas: Soluções Estratégicas, até 2022, 66 milhões de transações de compras causarão por volta de 33 milhões de disputas por fraude, falhas de autorização, erros de processamento e estorno.

Além disso, de acordo com a Visa, a autofraude cresceu 41% nos últimos anos, custando mais de 10 bilhões de dólares em perdas no mercado. O estudo revela ainda que 86% de todos os estornos são casos prováveis ​​de fraude amigável.

Diante desses dados, é necessário tomar iniciativas para acabar com a autofraude. É importante ressaltar que chargebacks não se limitam a determinados setores ou tamanhos de empresas e eles podem impactar um negócio a qualquer momento e reduzir significativamente a receita. 

Infelizmente, mesmo que uma empresa ganhe a disputa de todos os estornos, esse processo custa dinheiro e tempo, pois corre o risco de receber taxas mais altas, devido aos estornos excessivos. A missão então é mitigar a autofraude no ato da compra, a fim de evitar os prejuízos do chargeback. 

Como acabar com a autofraude? 

O iGree, ferramenta da Neo, elimina completamente o risco da autofraude no ato da negociação, pois a assinatura do cliente é realizada com um videoselfie, onde ele concorda com os termos, uma evidência clara de que ele realizou a transação. Assim, há como questionar a própria assinatura.

É uma evolução na gestão de fraude das empresas, pois qualifica dados cadastrais, assegurando confiabilidade em qualquer segmento de atuação, fazendo uso da mais alta tecnologia de análise.

Essencial para impulsionar os resultados e mitigar fraudes, o iGree utiliza tecnologias como a liveness detection, uma gravação de vídeo que cruza dados para identificar uma pessoa. Com inovação, praticidade e muita segurança, o iGree é a ferramenta ideal para acabar de vez com a autofraude. 

Conheça o iGree e descubra como acabar com a autofraude em sua empresa

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